A decisão da Comissão Europeia de excluir o Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal a partir de 3 de setembro de 2026 abala os alicerces da diplomacia comercial.
Embora Bruxelas justifique a medida sob o guarda-chuva da saúde pública e do combate à resistência antimicrobiana (RAM), o cenário político sugere uma manobra desenhada para acalmar o convulso setor agrário europeu após a assinatura do acordo com o Mercosul.
A União Europeia sustenta que o Brasil descumpre as regras que exigem produtos totalmente livres de agentes antimicrobianos usados para engorda.
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5 comentários em “O embate sobre a carne brasileira na UE: protecionismo ou questão de saúde pública?”
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Que bela iniciativa! Apoiar a agricultura familiar é essencial para o desenvolvimento local.
Muito bom o conteúdo! Sempre enriquecendo nosso conhecimento técnico sobre o campo.
O agronegócio brasileiro é realmente uma potência tecnológica e produtiva.
Muito bom o texto. A regulação ambiental deve andar de mãos dadas com a produtividade no agro.
Parabéns pela cobertura! As pequenas propriedades também se beneficiam muito dessas inovações.